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		<title>Cartas de um viajante de outras letras (I)</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 13:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
				<category><![CDATA[o registro aos pés da letra]]></category>
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		<description><![CDATA[Caro sobrevivente, &#160; Espero que não o incomode este chegar assim, sem pé nem cabeça – nem corpo que os una, se não o dessa escrita, ferramenta/técnica que cultivávamos apenas à distância (e cuja falta orgânica já posso sentir, em náusea que quer colocar a desordem para fora). As circunstâncias que você bem conhece me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=324&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro sobrevivente,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Espero que não o incomode este chegar assim, sem pé nem cabeça – nem corpo que os una, se não o dessa escrita, ferramenta/técnica que cultivávamos apenas à distância (e cuja falta orgânica já posso sentir, em náusea que quer colocar a desordem para fora). As circunstâncias que você bem conhece me forçaram a este sacrifício; peço que receba as informações que encaminho a você com a dedicação que lhe foi incumbida (se não estiver em pleno domínio desta capacidade, por favor: não exite em consultar os manuais – o futuro de nosso povo depende desta técnica bem aplicada).</p>
<p>Por aqui, estou tentando encaixar as coisas neste meu ofício – que é sair ileso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a elaboração dessa sintomatologia é preciso, lamentavelmente, destacar que este trabalho é parcial (e assim não arriscar a fidelidade de meus intentos) – na medida em que conheço, apenas, os primeiros estágios da peste. A partir deles, porém, pretendo encontrar as formas de contágio e, com alguma segurança, prever o desenvolvimento da doença (passos elementares para encontrarmos, em fim, a cura). Os primeiros dados, já previamente coletados (com a urgência preterida pela circunstância), estão organizados a seguir; peço desculpas pela caligrafia obtusa; vocês, sobreviventes, podem imaginar as complicações formais pelas quais tenho passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados disponíveis/dispononibilizáveis (alguns, devemos lamentar, não cabem na carta):</p>
<p>1) Trata-se de um vírus; trata-se de uma peste (def. “mal sem rosto”);</p>
<p>2) Sintomas iniciais: irritações superficiais, pequenas feridas abertas na pele (provavelmente relacionadas com o sangue, nervoso); curiosamente, as primeiras feridas sempre aparecem no rosto (nota: possível relação com a utilização de <em>tecnologias de sentido</em>);</p>
<p>3) Conforme o avanço da doença, cujo impulsor nós não pudemos descobrir a tempo, as feridas vão se aprofundando (parece, cogitamos se tratar de uma retórica), mas em geral secam e surgem outras (que não sabemos se são as mesmas); nível de <em>teimosia</em> (medido pelo índice XKP): moderado;</p>
<p>3.1) presença, no sangue, de vestígios de capricho (substância que conhecemos venenosa): há alguns casos em que as feridas são abertas e fechadas ao próprio gosto da peste (temos alguns dados preliminares sobre a influência de situações congênitas e dados ambientais nesta dinâmica diferenciada, porém não obtivemos dados conclusivos, já que as próprias situações congênitas e dados ambientais podem estar contaminados – estávamos por providenciar seu isolamento entre aspas);</p>
<p>4) observação perturbadora: o esforço em tapar as feridas em geral desencadeia irritações “profundas” (já assinalamos que, no caso desta peste, profundidade pode ser uma retórica da profundidade) na pele e acelera o surgimento de outras, ou nos faz percebê-las aceleradas;</p>
<p>5) há uma maior incidência (não conseguimos constatar a tempo se se trata de uma regra geral) em pessoas propensas ao registro (notadamente as de nível 3).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobrevivente, terei que parar por aqui. Necessito de um descanso, antes que a náusea me afete os ânimos ou, ainda pior, os limites (não havíamos previsto um esforço de adaptação tão grande, mas não se preocupe: tenho aperfeiçoado minha convicção há tempos, apenas necessito de algum descanso). Quando voltar, trataremos de revisar da profilaxia geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Espero que não me estranhe por não me dar um nome; é que os nomes são os mais vulneráveis).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/324/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/324/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=324&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>virgínia, que nasceu na ressaca do rock (poema)</title>
		<link>http://sheylas.wordpress.com/2011/10/04/virginia-que-nasceu-na-ressaca-do-rock-poema/</link>
		<comments>http://sheylas.wordpress.com/2011/10/04/virginia-que-nasceu-na-ressaca-do-rock-poema/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 18:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[virgínia, que nasceu na ressaca do rock &#160; bebia com gelo pra ver se o gelo quebra a bebida pra ver se a bebida quebra essa gente que, desentendida povoa minhas quebradas fibras, moléculas, paixões pra ver se as paixões habitam mesmo ou se a gente é que as habita. entre tentar pôr um gelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=319&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>virgínia, que nasceu na ressaca do rock</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>bebia com gelo<br />
pra ver se o gelo<br />
quebra a bebida<br />
pra ver se a bebida<br />
quebra essa gente<br />
que, desentendida<br />
povoa minhas quebradas<br />
fibras, moléculas, paixões<br />
pra ver se as paixões<br />
habitam mesmo<br />
ou se a gente é que as habita.</p>
<p>entre tentar pôr um gelo e outro<br />
para quebrar a realidade<br />
achei que não fazia mal –</p>
<p>não é da natureza das coisas derramadas?</p>
<p>virgínia é tão íntima da realidade<br />
sua pele é tanto pele, é realidade<br />
que quis matar virgínia para vivê-la<br />
como se mata e vive a realidade:<br />
quis escrevê-la</p>
<p>porque realidade alguma sobrevive ao vesso.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/319/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=319&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Carta I*</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 16:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*ordenação arbitrária, feita pelo editor.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=290&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>*ordenação arbitrária, feita pelo editor.</p>
<p><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-0-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-291" title="Carta I" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-0-2.jpg?w=490&#038;h=735" alt="" width="490" height="735" /><span id="more-290"></span></a></p>
<p><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-1-22.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-316" title="1.1 (2)" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-1-22.png?w=492&#038;h=718" alt="" width="492" height="718" /></a><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-1-21.png"><br />
</a></p>
<p><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-22.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-310" title="Carta I, 3" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/1-22.jpg?w=489&#038;h=733" alt="" width="489" height="733" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/290/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=290&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">1.1 (2)</media:title>
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			<media:title type="html">Carta I, 3</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Alheamentos possíveis&#8221; n&#8217;A MARgem</title>
		<link>http://sheylas.wordpress.com/2011/08/31/alheamentos-possiveis-na-margem/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 00:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
				<category><![CDATA[trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[publicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Visitar a revista &#8220;Quando ouço Clarice Lispector dizer da precisão absoluta das coisas que existem, sou tentada a desacreditar, pois, se diante da movimentação do mundo para a erupção de algo novo – porquanto o mundo, pensado como sistema, tem costuradas as partes de forma que qualquer algo novo exige a modificação íntima das coisas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=294&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/margem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="margem" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/09/margem.jpg?w=490" alt=""   /></a><a title="A MARgem" href="http://www.mel.ileel.ufu.br/pet/amargem/">Visitar a revista</a></p>
<p style="text-align:left;">&#8220;Quando ouço Clarice Lispector dizer da precisão absoluta das coisas que existem, sou tentada a desacreditar, pois, se diante da movimentação do mundo para a erupção de algo novo – porquanto o<br />
mundo, pensado como sistema, tem costuradas as partes de forma que qualquer algo novo exige a modificação íntima das coisas e da disposição delas entre si – sinto suas linhas soltas: de sentidos desatados a despeito da infatigável reiteração da sensação de realidade que define o estar imerso num mundo de conceitos fixos. Esta “supremacia do mundo das coisas” de que fala Adorno (Notas de Literatura I, p. 62), quando estendida à nossa própria condição, faz sentir, no caráter impositivo da realidade, seu quê<br />
inextrincável, nossos limites: as coisas do mundo. Se, por um lado, dizem que não podemos a façanha de nos mover além de nossos limites, de nossa precisão, Bernardo Soares, por outro, traz esta como intrínseca à arte: “a arte consiste em fazer os outros sentirem o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhe a nossa personalidade para especial libertação” (PESSOA, 1999, p. 255). Não se trata, porém, da personalidade daquele que escreve em si mesma, mas de um entre em que se afigura o comunicável, o qual concerne àquela pessoa comum a todas as pessoas; disto decorre que, nesta concepção, o autor converte seus sentimentos em sentimentos deste humano típico, ainda que tal conversão configure uma traição ao seu próprio sentimento (PESSOA, 1999, p. 255). A libertação que propõe, portanto, refere-se a um experimentar este humano típico, tanto da parte do autor quando da escritura, quanto da parte do leitor quando da leitura, sendo o texto o ponto em que estes se encontram.&#8221; <a title="Alheamentos possíveis" href="http://www.mel.ileel.ufu.br/pet/amargem/amargem6/estudos/MARGEM2-E32.pdf">[ler +]</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/294/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=294&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Recorte de jornal</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 16:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=282&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/08/notc3adcia_.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-283" title="notícia_" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/08/notc3adcia_.png?w=490" alt=""   /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/282/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=282&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Sheyla</media:title>
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		<title>pano pra foto / sintaxes inflamadas expostas</title>
		<link>http://sheylas.wordpress.com/2011/06/03/pano-pra-foto-sintaxes-inflamadas-expostas/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 16:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
				<category><![CDATA[trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[a exposição de corpos que vocês podem ver lá fora todos devidamente fotografados para que não apodreçam de realidade todos devidamente fotografados: esta técnica que guarda o menos dos corpos que o formol corpos de texto, ainda sem a dissecação sintática – devido a uma inflamação seríssima exposição inventada (com a ajuda do multitão e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=276&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>a exposição de corpos que vocês podem ver lá </em>fora</p>
<p style="text-align:right;"><em>todos devidamente fotografados para que não apodreçam de realidade</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>todos devidamente fotografados: esta técnica que guarda o menos dos corpos que o formol</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>corpos de texto, ainda sem a dissecação sintática – devido a uma inflamação </em>seríssima</p>
<p><a title="no flickr" href="http://www.flickr.com/photos/sheylas_/sets/72157626751489335/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-277" title="sintaxes inflamadas expostas" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/06/02062011153.jpg?w=225&#038;h=300" alt="sintaxes inflamadas expostas" width="225" height="300" /></a></p>
<p>exposição inventada (com a ajuda do multitão e da querida marli wunder) no fórum permanente &#8220;ideias sem teto, arte-fatos políticos: encontros in-prováveis&#8221;, realizado na unicamp / breve fotos das exposições ajuntadas de fernanda pestana e do projeto &#8220;fabulografias: áfricas cartões-postais&#8221;. [clique na foto para ver outras]</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/276/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=276&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/06/02062011153.jpg?w=225" medium="image">
			<media:title type="html">sintaxes inflamadas expostas</media:title>
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		<title>no flickr: sintaxes inflamadas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 20:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[s i n t a x e s   i n f l a m a d a s  no flickr / aqui<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=270&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>s i n t a x e s   i n f l a m a d a s</strong>  no flickr / <a title="sintaxes inflamadas" href="http://www.flickr.com/photos/sheylas_/sets/72157626854043156/">aqui</a></p>
<p><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/05/blog_fliclr.png"><img class="size-full wp-image-273 alignleft" title="sintaxes inflamadas" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/05/blog_fliclr.png?w=490" alt=""   /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/270/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=270&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>sintaxes inflamadas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 17:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[encenação fotográfica s i n t a x e s   i n f l a m a d a s desenvolvida no contexto das pesquisas realizadas no Labjor-Unicamp sob orientação da Profª Drª Susana Dias. quando? 2 de junho &#8211; durante o fórum permanente ideias sem teto, arte-fatos políticos: encontros in-prováveis / saiba mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=257&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/05/cartaz_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-258" title="cartaz_" src="http://sheylas.files.wordpress.com/2011/05/cartaz_.png?w=520&#038;h=345" alt="sintaxes inflamadas" width="520" height="345" /></a></p>
<p>encenação fotográfica<br />
<strong>s i n t a x e s   i n f l a m a d a s</strong></p>
<p>desenvolvida no contexto das pesquisas realizadas no Labjor-Unicamp sob orientação da Profª Drª Susana Dias.</p>
<p><strong>quando?</strong></p>
<p>2 de junho &#8211; durante o fórum permanente <strong>ideias sem teto, arte-fatos políticos: encontros in-prováveis</strong><strong></strong> / saiba mais sobre o evento e inscreva-se <a title="Fóruns permanentes: arte" href="http://foruns.bc.unicamp.br/arte/artes37.php">aqui</a></p>
<p><strong>onde?</strong></p>
<p>centro de convenções da unicamp</p>
<p>*</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sheylas.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sheylas.wordpress.com/257/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=257&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Fica proibido o amor</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 14:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
				<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiguidade]]></category>
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		<category><![CDATA[farsa]]></category>
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		<description><![CDATA[Vou e sempre pedindo ao tempo que não me faça voltar. Mas numa dessas desordens de dia, e as coisas falantes, sentei-me com ele diante de mim quando, por um frêmito descontrole, encontrei-o novamente em algumas doses solitário. Com um terceiro copo esvaziando, mas a plenas tintas, e quando parecia esperar que qualquer coisa acontecesse [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=235&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou e sempre pedindo ao tempo que não me faça voltar.</p>
<p>Mas numa dessas desordens de dia, e as coisas falantes, sentei-me com ele diante de mim quando, por um frêmito descontrole, encontrei-o novamente em algumas doses solitário. Com um terceiro copo esvaziando, mas a plenas tintas, e quando parecia esperar que qualquer coisa<em> </em>acontecesse – aconteci.</p>
<p>Contando com a sorte de que não nos vissem, cheguei trazendo a surpresa de seus olhos. Deveria ter olhado através deles, sem encontrá-los; não me provocasse a grosseria de vento batendo portas, seguraria as tintas e as rédeas desta não tão recente ansiedade&#8230;<span id="more-235"></span></p>
<p>Agora, havia uma mesa de onde cada um de nós se servia de sua própria individualidade, cúmplices de uma farsa toda nossa: entre um e outro, separados que estávamos, inventamos uma distância feita em retalhos de receios. Mas porque sua ansiedade tinha o mesmo sorriso torto de outras datas – diante dela, e só por ironia do grande fazedor de coincidências, achei que de repente o amasse quando diante de uma ausência que, em forma de tempo, invocava alguma intimidade.</p>
<p>- Sei de meus crimes, mas não acho que valha a pena me entregar.</p>
<p>Eu, medindo a cena para dar em verso, ficava nessa vontade de amá-lo – mas esbarrava no oco dos seus olhos. Era eu quem estava lá, não ele: e com um olhar arrastado de quem, apesar de tudo, fica aquém. Esbarrava na cena de nossas distâncias, que o orgulho deixava secar. Que fôssemos sinceros: não fazia sentido estarmos ali, encarando-nos longamente, não valesse alguma desordem de mundo, mas aquela – feita em tão violento silêncio, e o olhar sobrevivendo insustentável – era desordem tão minha que saltava no olhar.</p>
<p>Quando de repente diante dele descortinado por mais um drinque ou outro em alguma sorte de descontrole, não disse: que, ficando assim tão perto, me tocava mais alto que a música.  Chegava desde dentro. Senti, afinal, a desordem de meus destinos, quando a distância desabada me fez cúmplice de sua história: certamente a liberdade é quem nos acena da outra margem do amor. Pena: ficamos entre, sentindo o eco de um tilintar de copos saindo de aqui dentro – sentindo aos sussurros para que não nos notassem, com os sentidos gritando.</p>
<p>Quando pouco antes sentara diante dele, e a meia-luz garantindo a ambiguidade dos gestos, estava ainda convencida de que poderia restar inteira – que poderia controlar esta vontade de não me ser, e significá-lo à minha maneira e gosto. Era desses convencimentos bambos cujo olhar sacana fingi não ver por uma sorte de me entregar sem querer – querendo tanto.</p>
<p>Outrora eu o encontrara pronto. E ponto, você poderia dizer, mas achei que não: <em>algo tem que convida ao ajuste</em> – por injustificado que fosse: bastaria remendar como roupa sua sintaxe frouxa, retornar do avesso das coisas, passá-las na ordem do dia&#8230; Como costumeiramente fazem as mulheres, amei nele o que <em>poderia ser</em>: mas perdi as pontas, e o amei verdadeiramente, quando precisamente o que não pude controlar me envolvia.</p>
<p>Naquela vergonha de amor – coisa tão imprópria em nossos tempos – e o orgulho frustrado, sabia que no dia seguinte seria como se nada houvesse acontecido; mas nossos olhos, alheios a essas rixas de fôlego, trairiam-nos por um reencontro.</p>
<p>Aos que me perguntassem, só poderia dizer: <em>que conheço as manhas de amor, e não há nada mais indesejável</em> – mas algo ele tem, que diz: que estou convidada a decifrá-lo; ou me devora. Algo ele tem – algo do <em>mim</em>: cabeça de falcão e corpo de leão; e o convite com os olhos límpidos de uma sagacidade feminina. Mas aceitamos: pelo desafio; pela beleza quase-heroica do feito; pela graça; pelo que sei – e logo descobrimos: que ele sabe mais de nós.</p>
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		<title>Reblogando: Ensaiando o verso</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 01:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheyla</dc:creator>
				<category><![CDATA[quem sabe?]]></category>

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		<description><![CDATA[Para acompanhar os demais textos inventados no contexto do ciclo de documentários sobre as poéticas contemporâneas, visitem o blog Os Fazedores O ciclo continua acontecendo, notícias também no blog! A seguir, &#8220;Ensaiando o verso&#8221;, poema com A dança de Wiseman. Ensaiando o verso Cena 1: a palavra tenta dançar Et un, deux - &#8220;A Dança&#8221; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sheylas.wordpress.com&amp;blog=4200270&amp;post=243&amp;subd=sheylas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#333333;">Para acompanhar os demais textos inventados no contexto do ciclo de documentários sobre as poéticas contemporâneas, visitem o blog <a href="http://osfazedores.blogspot.com/2011/04/ensaiando-o-verso-por-sheyla-smanioto.html"><span style="color:#333333;"><span style="color:#000000;">Os Fazedores</span><br />
</span></a></span></p>
<p><span style="color:#333333;">O ciclo continua acontecendo, notícias também no blog!</span></p>
<p><span style="color:#333333;">A seguir, &#8220;Ensaiando o verso&#8221;, poema com <em>A dança </em>de Wiseman.</span></p>
<p><span id="more-243"></span></p>
<p><strong>Ensaiando o verso</strong></p>
<p>Cena 1: a palavra tenta dançar</p>
<p>Et un, deux -<br />
&#8220;A Dança&#8221; não é<br />
trois et quatre-<br />
a realidade nua do balé</p>
<p>Et un, deux&#8230;<br />
A Dança é</p>
<p>plus fort!<br />
um filme contorcendo-se.</p>
<p>et trois<br />
lenta</p>
<p>et un<br />
mente</p>
<p>et deux<br />
realidade vestida de lento</p>
<p>et trois e quatre! Pas bien!<br />
A Dança não é</p>
<p>Voilà! Un, deux –<br />
realidade</p>
<p>et trois<br />
ou dança</p>
<p>et um et deux et trois<br />
é cada passo é cada falso</p>
<p>et deux et trois<br />
é cada passo cada acaso</p>
<p>et quatre<br />
ao seu lento. em ruína.</p>
<p>Cena 2: consegue não</p>
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